A cerimónia da Margarida e do Gonçalo foi no Mosteiro de Amares. Pedra antiga, tecto alto, aquele silêncio que os espaços com séculos parecem impor a quem entra. Foi ali que disseram o que tinham para dizer um ao outro, rodeados por essa arquitetura que não precisa de nada a mais para impressionar. Depois, tudo mudou de registo. A celebração aconteceu no Solar das Bouças, entre vinhas, com a família e os amigos reunidos à volta da mesa. Já não era o silêncio do mosteiro, era conversa, era festa e sobretudo celebração. Contámos este dia assim, dividido em dois tons: primeiro o peso e a solenidade da pedra, depois a soltura das vinhas e da família por perto. Foi isso que tentámos guardar, em fotografia e filme.










